Copo de vidro com camadas de sorvete de chocolate, farofa doce e calda, coberto de chantilly, entre castanhas de caju sobre mesa de madeira

Moumud

A farofa que transforma qualquer sorvete numa sobremesa de restaurante, nascida na receita secreta de uma casa que São Paulo nunca esqueceu.

Essa farofa nasceu
numa lenda paulistana

Numa rua que ninguém queria, em 1951, um homem abriu
um restaurante que São Paulo jamais esqueceu.
É de lá que vem a Moumud.

1951, Alameda Santos, São Paulo

Uma rua que não
levava a lugar nenhum

Louis Sader, sorridente, sentado à sua mesa de trabalho em foto antiga em preto e branco
Louis Sader em seu escritório no Bambi Restaurante

No fim dos anos 1940, a Alameda Santos era pouco mais que um matagal abandonado. Parentes chamaram Louis Sader de louco quando ele escolheu aquele local esquecido para abrir um restaurante.

Ainda assim, em 1951, Louis abriu as portas do Restaurante Bambi, sozinho, com pouco além de coragem e o desejo de construir algo duradouro. Libanês, chegado ao Brasil em busca de uma vida nova, ele atendia os clientes pessoalmente, mesa por mesa, com o mesmo cuidado todos os dias.

Um ano depois, chamou o irmão Fares para se juntar a ele, e juntos começaram a transformar aquele terreno esquecido na casa que se tornaria uma referência em São Paulo.

Foi na cozinha do Bambi, sob o olhar de Louis, que nasceu o sanduíche Beiruth e a sobremesa Chocolat-Mou-Mud (lê-se chocolá mumud) que os clientes rebatizariam de Chocolamour: uma calda quente de chocolate, sorvete, chantilly e uma farofa doce de fórmula secreta. O nome pegou antes que alguém conseguisse pronunciá-lo direito.

Nem nossos garçons, nem nossos clientes sabiam pronunciar o termo corretamente. Com o tempo, virou Chocolamour.

— Louis Sader, ao jornalista Silvio Lancellotti
Pote de sorvete com calda de chocolate e chantilly ao lado de barras de chocolate, de uma colher de pau e de um prato cheio de farofa doce

A receita

A farofa que ninguém
consegue copiar

No coração do Choc-Mou-Mud não está o sorvete, nem a calda, nem o chantilly. Está a farofa: uma camada fina, doce e crocante, de receita jamais revelada.

É ela que transforma uma simples taça de sorvete em algo memorável. E é ela que, mais de setenta anos depois, ninguém consegue replicar de verdade, por mais que muitos tenham tentado.

Essa é a farofa que dá origem à Moumud.

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Na imprensa

Linha do tempo

75 anos de história
em cada colherada

  1. 1951

    Louis Sader funda o Bambi

    Sozinho, num terreno abandonado da Alameda Santos, Louis abre as portas da casa que se tornaria uma instituição de São Paulo.

  2. 1952

    Fares se junta a Louis

    O irmão chega da Venezuela para ajudar a tocar o restaurante. Sob a liderança de Louis, a casa ganha ainda mais força.

  3. 1950’s

    Nasce o Chocolamour

    Na cozinha do Bambi, surge a sobremesa que os clientes rebatizariam de Chocolamour — sorvete, calda, chantilly e a farofa secreta da casa.

  4. Hoje

    Nasce a Moumud

    A farofa do Bambi sai da taça de restaurante e chega, pela primeira vez, à despensa de quem sempre a desejou.

A opinião de quem já provou

As estrelas que fizeram do Bambi seu point

Por décadas, elogiar nossa receita em entrevista virou quase um hábito entre artistas, diretores e colunistas de São Paulo, sem que ninguém precisasse pedir.

Sorvete momud do Bambi, com calda de chocolate, farofa e chantilly. É uma bomba engordativa.

— Guto Lacaz
Artista plástico

A beleza de São Paulo está nos vínculos que a gente faz. Gosto somente do chocolamour, do Bambi.

— Lígia Cortez
O Estado de S. Paulo, 1997

O livro de ouro do Bambi

Famosos que já passaram por lá e deixaram o seu registro como uma forma de carinho

  • Antônio Fagundes
  • Fernando Henrique Cardoso
  • Ruth Cardoso
  • Adriane Galisteu
  • Eduardo Suplicy
  • Marta Suplicy
  • Ney Latorraca
  • Nelson Piquet
  • Marco Nanini
  • Irene Ravache
  • Fafá de Belém
  • Chiquinho Scarpa
  • Omar Sharif
  • Marcelo Fromer
  • Guto Lacaz
  • Christiane Tricerri
  • Debora Olivieri

O anfitrião

A casa que Louis Sader
construiu

Não foi só a sobremesa que fez do Bambi uma lenda. Foi o jeito como Louis Sader recebia cada cliente: de pé, mesa por mesa, como se cada um fosse o primeiro daquele dia. Um restaurante que virou ponto de encontro de São Paulo por cinco décadas não se constrói com uma receita. Constrói-se com essa atenção, repetida todos os dias, por quem estava sempre lá.

Dois veadinhos empalhados na entrada, comprados em homenagem ao nome da casa.

Esfihas montadas e assadas na hora do pedido, nunca preparadas com antecedência.

Um hommus sem os atalhos que a concorrência usava, elogiado por críticos como Silvio Lancellotti.

Um salão que, por décadas, reuniu artistas, políticos e ícones culturais de São Paulo, não por marketing, mas por hábito.

Apresentamos

Moumud: a farofa, agora
fora do restaurante

O nome presta homenagem direta à origem real da história: o apelido bem-humorado que nasceu na cozinha do Bambi, antes que São Paulo o rebatizasse de amor.

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Duas latas da farofa Moumud com padrão geométrico dourado e selo “farofa doce com história”

4 motivos para levar para casa

  1. Mais de 75 anos de história documentada, nascida na cozinha do restaurante que meu avô construiu do zero: a mesma casa que São Paulo nunca esqueceu.

  2. Décadas de menções espontâneas por artistas, políticos e ícones culturais.

  3. Uma colher sobre o sorvete que você já tem e a sobremesa de sábado vira a taça que fez São Paulo fazer fila. Sem receita, sem trabalho, em qualquer sabor de sorvete, não só chocolate.

  4. Um produto que se compra duas vezes: para consumir e para presentear.

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